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Metano é detectado no subsolo e Prefeitura investiga movimentação de solo no Residencial Integração

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

A Prefeitura de Uberlândia informou que segue investigando a causa de uma possível movimentação de solo registrada no Residencial Integração, na região Leste da cidade. O caso foi relatado por moradores no fim de fevereiro, após o surgimento de fissuras em ruas e em algumas residências do bairro.


Crédito da imagem: Meramente ilustrativa, gerada por IA
Crédito da imagem: Meramente ilustrativa, gerada por IA

Durante a apuração técnica preliminar realizada pelo Município, foi identificada a presença de gás metano no subsolo da área, localizada na gleba triangular entre as ruas José Vinícius da Silva e Manoel Lúcio.


Segundo a Prefeitura, não há risco iminente de incidentes no local neste momento, conforme avaliação realizada com orientação da Defesa Civil municipal e estadual, além do Corpo de Bombeiros.


O Município informou que continuará monitorando a área e realizando novas análises técnicas para identificar a origem do fenômeno e definir possíveis medidas futuras.


Moradores podem esclarecer dúvidas ou buscar informações pelo telefone 199, da Defesa Civil.


Metano foi identificado após sondagens no solo


A presença de metano foi detectada após seis perfurações realizadas no solo da região, com apoio técnico de uma empresa prestadora de serviço do Município.


De acordo com a Prefeitura, não foi identificada presença de gás metano dentro das residências vistoriadas. As medições foram realizadas com equipamentos capazes de detectar gases no solo, como oxigênio, gás carbônico e metano.


As sondagens começaram após o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) descartar qualquer anomalia ou vazamento na rede de esgoto da região.


Área pode ter abrigado lixão no passado


Uma das hipóteses investigadas pelo Município é que o gás metano seja resultado da decomposição de matéria orgânica ao longo do tempo, processo que pode gerar acúmulo de gases no subsolo.


Também há indícios de que a área onde o conjunto habitacional foi construído possa ter sido utilizada como lixão no passado, o que poderia explicar a presença do gás e eventual movimentação de terra.


Estudos continuam


Como as análises realizadas até agora ainda não são conclusivas, novas investigações serão conduzidas nos próximos dias.


Participam das apurações o Dmae, a Defesa Civil, a Secretaria Municipal de Infraestrutura, a Secretaria Municipal de Habitação e especialistas do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG).


A Prefeitura informou que os protocolos e eventuais medidas definitivas serão definidos após avaliação técnica do Crea-MG.



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