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Polícia Militar desarticula laboratório clandestino de refino de cocaína e prende dois suspeitos em Uberlândia

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • há 11 horas
  • 2 min de leitura

Dois homens, de 24 e 28 anos, foram presos na noite de quinta-feira (5), por volta das 22h22, após uma ação policial desarticular um laboratório clandestino de refino de cocaína em um imóvel localizado nas Chácaras Valparaíso, no bairro Tiberi, em Uberlândia. A operação resultou na apreensão de grande quantidade de drogas, insumos químicos, equipamentos utilizados no preparo dos entorpecentes e uma arma de fogo.


Crédito das imagens: Polícia Militar | MG.
Crédito das imagens: Polícia Militar | MG.

Segundo informações da Polícia Militar, a ação foi desencadeada por uma denúncia anônima de que uma residência na Rua Florestano de Macedo estava sendo usada para produzir cocaína. As equipes intensificaram o patrulhamento e monitoraram o local. Durante a ação, um veículo foi abordado e os policiais confirmaram que o imóvel era um laboratório de drogas.


No interior da residência, os militares localizaram e apreenderam: 11 barras de pasta base de cocaína, 14 vasilhas contendo substância semelhante à cocaína, um saco com grande volume de material análogo à droga, quatro porções de cocaína, uma bacia com substância com características do entorpecente e uma vasilha com material semelhante ao crack. Também foram encontrados aproximadamente quatro litros de éter etílico, 14 sacos de taurina, um saco com material semelhante a cristal, uma balança eletrônica, duas prensas hidráulicas e seis formas metálicas.


Entre os itens apreendidos, destacam-se uma pistola CZ P07 calibre .380, com carregador e 14 munições, 30 munições calibre .45, um aparelho celular iPhone de cor laranja e um veículo Citroën C4L branco.



Os dois suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Delegacia de Plantão, juntamente com o material apreendido, para as providências legais cabíveis. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos na atividade criminosa.


Por Wellington Lopes.



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