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Programa ‘CNH do Brasil’ simplifica a obtenção da carteira de motoristas

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 11 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

No dia 9 de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito, que modernizou o processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação. Está tudo novo: as aulas teóricas não são mais obrigatórias e as aulas práticas serão mais curtas - em vez de 20 horas serão 2 horas.


Crédito: jackpress (Shutterstock)
Crédito: jackpress (Shutterstock)

A mudança na obtenção da CNH torna o processo mais simples, acessível e alinhado às necessidades atuais dos condutores, pois prevê: curso teórico gratuito e digital, flexibilização de aulas práticas e abertura para instrutores credenciados pelos Detrans, aumentando as opções para o cidadão que busca por sua CNH. 


Essa simplificação no processo gerou uma redução drástica nos valores para obtenção da carteira, e assim o governo espera retirar pessoas da informalidade e oferecer dignidade a quem utiliza moto ou carro como instrumento de trabalho.  


Em média, para tirar a habilitação, o candidato a motorista pagava cerca de R$ 4.000. A partir das novas regras, vai pagar 80% a menos. E os exames médicos devem passar de R$ 300 para R$ 180. 


A abertura do processo de obtenção da carteira pode ser feita pelo site do Ministério dos Transportes ou pela Carteira Digital de Trânsito (CDT). E mais: quem é bom motorista e não tiver pontos na carteira no ano anterior da renovação, vai ter a renovação da carteira de graça, automaticamente. 


Além disso, as autoescolas vão continuar atuando e podem vender até mais, porque mais pessoas poderão pagar pela CNH a um preço mais viável. Mas não é obrigatório depender das autoescolas: pode-se contratar um instrutor autônomo, credenciado pelo DETRAN, para a formação na condução de veículos. 


Simplificar o acesso à CNH reduz custos, amplia oportunidades e fortalece a mobilidade e a economia, sendo uma medida de alto interesse público. 


Por Stela Masson, jornalista e mestre em Educomunicação


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